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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Pesquisa DATAFOLHA mostra que População Paraense Não Concorda com a Divisão do Estado!



Foi divulgado na última sexta-feira(11/11/2011) pelo DATAFOLHA, pesquisa realizada em 42 municípios paraenses, com 880 pessoas, onde ficou claro que a população é contra a Divisão do Pará, com 58% Contra à Divisão do Pará, 33% à Favor da Divisão do Pará, 10% Indecisos sobre a Criação do Estado do Tapajós e 8% Indecisos  sobre á Criação do Estado do Carajás.
Em minhas palestras e discussões, sempre enfatizo que sou contra á Divisão do Pará, tenho um sentimento muito forte por meu Estado, por ser paraense de fato, conhecedor da História do Pará, das grandes lutas e conquistas como o ocorrido no movimento dos Cabanos(Cabanagem). É evidente que todos os Países e Estados que possuem um território grandioso como o Pará, sentem dificuldades de governar, com o enfrentamento de diversas problemáticas, assim como os governantes de pequenos estados.
Nosso Amado! Querido! e Orgulho Estado do Pará! Possui dimensões continentais, sendo o segundo maior Estado do Brasil e maior que muitos países, com grandes áreas verdes da floresta amazônica, muita dessas áreas intocáveis pelo homem, com uma fauna, flora e biodiversidade única, com rios, igarapés e praias de água salgada e doce, com um solo rico em minérios, estado este exportador de energia elétrica.
É fato que o Governo enfrenta problemas devido ao tamanho do estado, como mencionado anteriormente, problemas este com o meio ambiente, educação, segurança, saúde, economia e o social, porém, é notório que o Governo vem trabalhando a décadas a Integração de todas as regiões, com a construção de hospitais de referência para atender a população daquela região, sem precisar vir á capital, com o incentivo à empreendimentos que estão se instalando naquelas áreas, para que esses municípios possam se alto - desenvolverem.
Outrossim, se existem municípios, que por ventura tem seus agentes públicos representante legal e por vontade da sociedade ao exercer seu direito ao voto, os prefeitos, vereadores, secretário, deputados e senadores daquela região, precisam trabalhar projetos para a captação de recursos para sua região, porém, o povo ainda vota de forma equivocada, colocando representantes do povo que não tem compromisso algum com a sociedade, os quais acabam por não trabalharem de forma eficiente e eficaz. Pois é sabido que vivemos em um país denegrido pela corrupção, ai pergunto, será que esses políticos, que querem dividir o Pará, não criam projetos visando receber recursos públicos para atender a coletividade, para onde vão esses recursos afinal de contas?
Ora, o que não pode ocorrer é que pessoas vindas de outros Estados, que tem outra cultura, que não tem sentimento algum pelo Pará, muitos grileiros, outros empresário e políticos, acabem por influenciar os verdadeiros paraenses com falsas promessas de que, caso dividam o Pará, tudo vai melhorar, todos os problemas vão deixar de existir. Ao invés dos políticos estarem lutando pelo desenvolvimento do Estado, captando recursos, eles estão desperdiçando dinheiro com este plebiscito, estes políticos poderiam unir as forças e lutar para que o Pará receba o ICMS pela energia que produz, pedir a mudança da Lei Kandir, com o Pará recebendo por ano 5 vezes menos royalties pelas exportações de minérios, porque estes políticos não lutam pela melhoria do Pará?
Pense Bem! Com a divisão do Pará, o Parazão se tornará Parazinho, pois com a divisão o Pará perderá 83% de seu território, ficando com apenas 17% da área que possui atualmente, com seu PIB reduzido, perdendo suas riquezas naturais, ficando com a maioria da população, em torno de 5 milhões de pessoas, trazendo dessa forma o atraso no desenvolvimento, causando transtornos na saúde, segurança, educação, economia e meio ambiente, pois como os novos Estados precisarão desenvolver-se, é evidente que ocorrerão os desmatamentos, Ai! Coitada da nossa Amazônia!
Com a divisão, os novos Estados sofrerão, incluindo o Pará, pois serão novos funcionários públicos, vereadores, senadores, governadores, secretários e uma despesa anual de 1,1 bilhão para o Estado de Carajás e 2,2 bilhão para o Estado do Tapajós, segundo o Economista Célio Costa.
Divisão não significa crescimento econômico e desenvolvimento humano. Segundo dados do IBGE de 2008, Tocantins fruto da divisão, Acre, Roraima, Rondônia, Amapá, Sergipe e Alagoas são exemplos de Estados pequenos e pobres que não se sustentam sozinhos.
Querem dividir o Pará. Querem transformar este Estado tão grande e tão rico num dos mais pobres do país. Querem fazer do Pará um Parazinho, deixando com ele só 17% da área que possui hoje. Querem reduzir a economia paraense pela metade. Querem levar nossas riquezas minerais. Querem aumentar a desigualdade, a pobreza e a violência. Querem atender somente aos interesses de meia dúzia de políticos e grandes empresários. Querem desmatar. Querem mutilar a nossa diversidade cultural. Querem separar irmão de irmão. Eles querem tudo isso. Mas nós não queremos e dizemos NÃO!!! VOTE 55     
      

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Entrevista à Rádio Cabana FM 87.9

Assista minha entrevista à Rádio Cabana FM 87.9 onde abordei temáticas ambientais de relevante importância para a Grande Belém, focando a política ambiental, o desmatamento, bem como problemáticas dos recursos hídricos, vale apena conferir!!!