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terça-feira, 24 de julho de 2012

Ser Humano, Degradador Ambiental X Consciência Ambiental


O mundo da ciência é complexo e se modifica com novas descobertas, é fato que estamos sofrendo com catástrofes ambientais em decorrência do mal uso do nosso planeta, o qual estamos explorando diversos tipos de minérios sem a preocupação do esgotamento dos mesmos, bem como a preocupação com a recuperação dessas áreas degradadas, haja vista que, por vivermos em uma economia capitalista, é evidente que tudo gira em torno do capital/dinheiro, o que resulta que o Governo preocupa-se mais em arrecadar do que se planejar e criar meios/leis que de fato se preocupem com o meio ambiente.
Quando falamos em Sustentabilidade, falamos em qualidade de vida, em economia, em saúde, em bem estar, em lazer, enfim, nós fazemos parte do meio ambiente, temos que trabalhar esta teoria, que somos animais racionais, mais não agimos como tais, pois nós, seres humanos, somos os que mais degradam, causadores da extinção de centenas de espécies da fauna, flora e biodiversidade, sem sequer nos preocuparmos com o futuro, é bom salientar que a terra está mais quente sim! existem cidades que pessoas já indo a óbito com as denominadas “ondas de calor”, as geleiras estão derretendo, o nível do mar está aumentando, o que acarretará em inundações de cidades que estão abaixo do nível do mar.
O Planeta Terra tem uma superpopulação, se não forem criados mecanismos de controle de natalidade, não teremos espaço para cultivar alimentos e desenvolver grandes cidades, onde consequentemente estas problemáticas irão se confrontar, não tendo condições de alimentar toda a população do planeta. Com os desmatamentos e o desenvolvimento de regiões, nascentes não são preservadas, hoje já vimos que rios estão secando, as hidrelétricas com o passar do tempo não terão o volume de água necessário para gerar energia suficiente, teremos que pensar em outros mecanismos de geração de energia limpa, ai fala-se em energia eólica e solar como solução, porém estas possíveis soluções também apresentam contingências ambientais, haja vista que a energia eólica além da poluição sonora e visual, acarreta em mudanças climáticas naquela microrregião, devido mudança/interferência na direção do vento e, também exterminando espécies de aves com suas gigantescas hélices e por final as baterias utilizadas, já que as mesmas possuem diversos tipos de agentes químicos altamente degradantes, assim como a energia solar também necessita dessas baterias.

Confesso que quanto mais eu estudo problemáticas ambientais buscando a solução para certos problemas, acabo me confrontando, principalmente, com a quebra de paradigmas do ser humano, pois a solução para todos estes problemas ambientais está no ser humano, nós é que precisamos nos conscientizar, mudar nossos hábitos aos poucos, educar nossos filhos, para que á longo prazo, possamos cada vez mais diminuir o consumismo no planeta, trabalhar a educação ambiental e, evidentemente, praticarmos a redução, reutilização e reciclagem de tudo o que consumimos e produzimos, respeitando o meio ambiente de forma geral, as nascentes, os rios, os animais, a fauna e a flora, pois só assim nosso planeta terá a possibilidade de se recompor, recuperando-se de todos os mal tratos que vem sofrendo durante séculos, dando-lhe a oportunidade de viver ainda, centenas de milhões de anos.
Outrossim, é de fundamental importância a atuação de organizações não governamentais, com o objetivo de implementar ações socioambientais de suma importância à sociedade, bem como cientistas e admiradores que trabalham com o foco no Ambiental, onde gostaria que os leitores prestigiassem o Prof. Mancuso, grande defensor da natureza, através do Programa Entrevista Amazônia no link abaixo:


          

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Desenvolvimento Sustentável

Vivemos desde a Revolução Industrial problemas drásticos em nossas vidas, motivos estes causados pelo grande fenômeno denominado “desenvolvimento”, pois na época a preocupação era de se criarem mecanismos industriais, onde pudessem desenvolver máquinas que substituíssem a mão de obra humana, desde então vem se alavancando mecanismos tecnológicos e inovadores de indústrias, dando espaço a equipamentos de primeiro mundo e conseqüentemente um surto de demissões à época.
Vivemos em um mundo globalizado, capitalista e consumista, vivemos para consumir, a economia dos países depende do consumo de sua sociedade, quanto mais se consume, a economia gira, trazendo desenvolvimento e estabilidade financeira ao país, porém, esquecemos que, quanto mais consumimos, mais florestas derrubamos, mais biomas sofrem, animais são extintos, a biodiversidade, fauna, flora são afetados de forma direta, onde infelizmente a população, mesmo com todo investimento feito por ONGs, imprensa e até mesmo o estado, as pessoas ainda não conseguem observar a importância de trabalharmos a educação ambiental que é de suma importância em nossas vidas.

Um exemplo é nossa cidade, Capital do Estado do Pará, Belém, que nos últimos anos vem passando por uma grande expansão imobiliária, sem respeitar o Plano Diretor do município, construindo grandes edifícios em áreas proibidas, sem respeitar as leis vigentes e a população, as poucas áreas verdes do nosso município estão todas sendo exploradas, sem a preocupação de manter algumas áreas verdes para lazer da sociedade.
Vejamos que muitas cidades estão atravessando problemas como enchentes, desmoronamentos, tsunamis, erosão, assoreamento, alta temperatura proveniente do efeito estufa, doenças respiratórias e do sistema urinário, devido estarmos respirando ar poluído e consumindo água contaminada, tudo isso porque o meio ambiente trabalha no sistema de rotatividade, ele precisa de um tempo para se recuperar, mas se você polui, se você degrada, esta problemática vai voltar para você, abaixo vou citar um exemplo prático:
     Nós, homens, somos os responsáveis pela geração do lixo, tanto o lixo orgânico, proveniente dos restos alimentares bem como o Inorgânico que são os lixos gerados pelo homem, lixo que foi criado pelo homem, como garrafa pet, sapato, calça etc. Muito bem, o problema se inicia por não termos o hábito, a cultura da coleta seletiva em nossa cidade, dessa forma não separamos o que pode ser reaproveitado ou não, colocamos tudo junto, ai o carro coletor do lixo passa no dia e horário programado e retira o lixo de sua porta, pronto seu problema está resolvido não é? Não! Ao contrário, o problema está apenas iniciando, pois este lixo terá sua destinação final no Lixão do Aurá, a aproximadamente 8km de Belém, no município de Ananindeua, rodeado por uma vizinhança residencial, onde centenas de pessoas sobrevivem desse lixo.
Este lixo é despejado em céu aberto, sem nenhum tratamento, onde se cria um líquido denominado chorume, este líquido é altamente degradável, pois o mesmo infiltra-se no solo e vai diretamente aos lençóis freáticos, que são os rios subterrâneos, onde a população ao perfurar o poço, achando que está tomando água de qualidade, na verdade está consumindo uma água totalmente poluída, causando diversos tipos de doenças, e isso não é nada, este mesmo chorume vai para o Rio Guamá, rio este que abastece nossos dois lagos Bolonha e água preta através de dutos, esta água advinda do Rio Guamá, é tratada nestes lagos, e após isso é colocada nas torneiras da população, cheia de substâncias químicas, tentando tratar a água e ocasionar a distribuição a população de qualidade, porém, devido ao alto uso de substâncias químicas, acabam afetando diversos órgãos do ser humano, causando diversos problemas de saúde, principalmente doenças renais.
Ou seja, sem percebermos, nós jogamos o lixo na rua, a chuva arrasta este lixo para o esgoto e o despeja nos rios, inclusive Guamá, o lixo que a chuva não leva vai para o Lixão do Aurá que contamina os lençóis freáticos e o Rio Guamá, que depois de todo este ciclo nos abastece, será que deu para perceber a importância da conscientização ambiental?
Por isso eu digo, precisamos trabalhar a Sustentabilidade de forma racional, de forma que possa influenciar de maneira positiva para as gerações futuras, pois todo e qualquer trabalho ambiental é feito á longo prazo, e o planeta é nossa casa, assim como não queremos ver nossa casa cheia de lixo não queremos ver nosso planeta ser extinto por irracionalidade do homem, que se diz racional, somos tão racionais que estamos exterminando espécies de animais, plantas, árvores e a biodiversidade de dezenas de florestas, que não nos fazem mal, ao contrário só nos fazem bem, pois nos oferecem qualidade de vida, o planeta pede socorro, precisamos fazer nossa parte, precisamos comprar somente o necessário, temos que reutilizar, reduzir e reciclar nosso lixo, isso não é a solução, mas irá contribuir de forma significante para o planeta, precisamos trabalhar o DESENVOLVIMENTO SUSTENTABILIDADE, palavra esta de alta complexidade, haja vista que abrange questões sociais, culturais, lazer, saúde, economia, educação, segurança, alimentação, ou seja, para que um planejamento seja considerado sustentável é preciso que seja ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo e culturalmente diverso.


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Capacidade instalada de energia eólica cresce 21% no mundo em 2011

A capacidade de energia eólica instalada no mundo cresceu 21% em 2011, passando de 197.000 para 238.000 MW (equivalente a 17 vezes a potência instalada de Itaipu, igual a 14.000 MW), segundo estatísticas do Conselho Global de Energia Eólica, divulgadas na terça-feira (7). Em relação à última década, o crescimento da capacidade mundial foi de quase sete vezes.
Mais de 40% do aumento total ocorreu na China, cuja capacidade instalada saltou para 62.000 MW. No Brasil, o crescimento foi de 62%, passando de 927 para 1509 MW.
“Apesar do estado da economia global, a energia eólica continua a ser a opção de geração de energia renovável”, falou Steve Sawyer, secretário geral do conselho. Ele afirmou que espera a abertura de novos mercados na África, Ásia e América Latina em 2012.
O maior complexo gerador de energia eólica da América Latina está localizado em Osório, a 95 km de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. (Cortesia: Ventos do Sul Energia)
O segundo maior crescimento na capacidade instalada foi verificado nos Estados Unidos, que chegou a 52.000 MW em 2011. A Índia apareceu em terceiro lugar, atingindo 16.000 MW. Já na Europa, o aumento da capacidade instalada representou 25% do total mundial. Em termos da capacidade final disponível em 2011, o continente ocupa o primeiro lugar no mundo, com 96.000 MW.
Brasil – Segundo o Diretor Executivo da Associação de Energia Eólica (ABEEólica), Pedro Perrelli, o Brasil terá um crescimento ainda mais expressivo nos próximos anos. O país conta com uma carteira de novos projetos já contratados de mais de 7.000 MW para serem entregues até 2016, disse ele.
“O setor eólico no Brasil atraiu importantes investimentos, para tanto foram fundamentais as novas políticas de financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) mas, ainda assim, se faz cada vez mais importante uma clareza nas regras futuras, de forma a que sejam mantidas a confiança dos investidores e assegurando o forte ritmo de crescimento do setor”, afirmou Perrelli em comunicado da ABEEólica.
No Brasil, a marca de 1 GW (1000 MW) foi alcançada em junho de 2011. A maioria dos parques eólicos nacionais se encontra nas regiões Nordeste e Sul do país. Em 2004, foi lançado pelo governo federal o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), entre elas a energia eólica. Além disso, desde 2009, tem sido realizados leilões de energia eólica no país. (Fonte: G1)

Fonte: http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2012/02/10/79981-capacidade-instalada-de-energia-eolica-cresce-21-no-mundo-em-2011.html

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Cidades Sustentáveis!

O Planeta passa por problemas de grande relevância do aspecto ambiental, grandes catástrofes ocorrendo, inundações, tissunames, desmoronamentos, edifícios ruindo, nevasca intensas culminando com a morte de centenas de pessoas, super aquecimento ocorrido por causa do efeito estufa, causando a morte de centenas de pessoas com o calor, tudo isso por culpa do homem, o qual é o único animal racional, entre aspas, pois mesmo sendo racional acaba degradando e causando a extinção de animais, da fauna, flora e biodiversidade, sofremos com a falta de espaços verdes nas grandes cidades, conhecidas hoje como cidade de pedras, por não preservarem o mínimo de áreas verdes e serem somente de construções de cimento, concreto, asfalto, precisamos ter a consciência de que nossa qualidade de vida está caindo, precisamos nos mobilizar e juntos procurarmos cooperar ao máximo com o meio ambiente, pois caso contrário, o planeta não conseguirá se recuperar e nossos filhos, netos e bisnetos não mais terão a oportunidade de conhecer certas espécies de animais, plantas, árvores... Nesta segunda feira (06/02/2012) a partir das 18h, no Auditório do Tribunal Regional do Trabalho, estará ocorrendo evento referente às Cidades Sustentáveis, onde várias temáticas estarão em debate, com várias autoridades, políticos, lideranças comunitárias, ong's e sociedade civil terá a oportunidade de debater de fato essas problemáticas, vamos lá! participe! opine! faça sua parte! exija! o mundo agradece!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Belém Sustentável! É Possível SIM!


O que será uma "Belém Sustentável" ? Na visão do Partido Vede será uma cidade boa para viver e criar os filhos. 


Uma cidade assim precisa cuidar da qualidade de vida dos seus habitantes promovendo um bom sistema de transporte público integrado. O ir e vir diário em busca do trabalho e das necessidades básicas deve ser feito com conforto, rapidez, baixo custo, mas sem emissão de gases poluentes. O transporte individual não é a melhor saída, não temos e nunca teremos ruas suficientes para que cada pessoa se desloque de automóvel. 

Uma cidade assim precisa cuidar do esgoto. Belém, após 400 anos de existência, continua jogando as águas servidas, cheias de produtos tóxicos, diretamente no rio Guamá ou na Baia do Guajará. Nossa cidade não fede a podre, graças a maré de todos os dias, mas a sujeira é responsável pelo desaparecimento dos peixes e pela o aparecimento de muitas doenças graves na nossa população.

Uma cidade assim precisa cuidar do lixo que produz. As pessoas acham que jogando o lixo da porta da casa para rua estão se livrando dele, mas não é assim que a banda toca. O planeta não tem porta e todo o lixo que produzimos fica aqui, convivendo conosco. Por isso, separar, reaproveitar, reciclar e tratar é a melhor solução para termos uma Belém saudável.

Uma cidade assim precisa preservar nascentes de rios, igarapés, áreas verdes e aumentar a arborização. O equilíbrio entre as áreas asfaltadas, construídas com as áreas naturais garantirá o futuro ambiental de Belém e o Plano Diretor Urbano de Belém já traz as regras para a preservação, basta cumpri-lo.

Uma cidade assim precisa dividir melhor seus espaços urbanos e a disposição dos equipamentos públicos. Os principais órgãos públicos estão no centro da cidade obrigando que as pessoas se desloquem sempre na mesma direção, tumultuando o trânsito e inviabilizando o planejamento de ações urbanas. Pode ser diferente? Claro que pode, basta planejar e redistribuir as funções pelos espaços da cidade, induzindo o crescimento e a organização saudável. O planejamento dos espaços urbanos garante, além da qualidade de vida, a diminuição da violência que atinge jovens pobres da periferia não urbanizada. 

Uma cidade assim precisa de um bom serviço de saúde e educação. A deficiência na prestação destes dois serviços escencias atinge violentamente os pobres e a classe média. O pobre, por não ter a quem recorrer, se vê obrigado a suportar com a sua própria dor o não acesso a médicos e a escola. O classe média, além de pagar uma pesada carga tributária justamente para custear esses serviços, ainda arca com caríssimos planos de saúde e mensalidades escolares.

Nós do PV estamos empenhados em debater primeiro um modelo ideal de cidade e depois discutiremos os nomes de quem vai conduzir. Com este propósito estamos participando de um movimento suprapartidário por uma "Belém Sustentável". Que venham os partidos do bem!

sábado, 7 de janeiro de 2012

Complexidade na Gestão de Clubes de Futebol Profissional!


Nasci praticamente dentro de um campo de futebol, pois minha casa era nada mais nada menos que a sede do clube do meu pai(Independente Atlético Clube, hoje atual campeão paraense de futebol 2011), contudo, vivenciando diversas cenas e problemáticas existentes. Logo passei a incorporar a idéia de ser um atleta, incentivado por meu pai, aos 5 anos de idade eu era mascote do clube e já iniciei a prática do futebol na escolinha do clube, modalidade conhecida como dente de leite.
No ano de 1991 disputei meu primeiro campeonato oficial, o paraense da categoria mirim, onde fui campeão, atuando como atleta até meus 17 anos, modalidade na época conhecida como juvenil.
Após este período vivido de atleta, com minha frustração como atleta, por não ter tido oportunidade em clubes de grande porte de Belém, como ocorre até hoje, devido os clubes na darem valor aos atletas regionais, caracterizados como “as pratas da casa”, decidi abdicar minha carreira de atleta e partir para um novo objetivo, que trabalhar, estudar e passar no vestibular e, após diversas tentativas no ano de 2005, com 23 anos de idade, passei no vestibular no curso de Administração de Empresas, a partir de então passei a assumir a gesta do clube cm meu pai, traçando metas, objetivos e trabalhando sempre com planejamento, logo percebemos uma evolução na gestão do clube, uma organização e reconhecimento por parte dos conselheiros e atletas.
                                   Jr-Bastos Segurando o Troféu de Campeão Paraense de 1991
   Patrono/Fundador do Independente Atlético Clube Sr. Bastos e Atleta Formiga recebendo homenagem

Ressaltando o clube é Campeão Brasileiro de Futebol Feminino de 1991; passaram pelo clube diversos atletas conhecidos nacionalmente como: cebola, formiga(atleta da seleção brasileira), Arinelson, Alcino, Amauri, Marcelinho etc. No ano de 2005, reunimos a diretoria, captamos parceiros para contribuírem com a folha de pagamento salarial dos atletas e fomos 2º lugar no torneio seletivo para acesso à 1ª divisão de futebol profissional, onde foi uma grande vitória a nossa gestão, haja vista que o clube estava fora do paraense desde o ano de 1994, porém iniciaram as dificuldades quanto a questão de patrocínios, desenvolvemos projetos para o campeonato paraense de futebol profissional, visitamos vários empresários locais em potencial, e a resposta era sempre a mesma, não! E, sem condições de pagarmos a folha salarial dos atletas, perdemos 70% de nossa equipe e, conseqüentemente caímos novamente para a 2ª divisão do paraense.
Já em 2009, após 4 anos, houve um acordo entre o clube(Independente) e um empresário de Tucuruí, onde apenas a categoria profissional ficaria por responsabilidade desse empresário em Tucuruí, foi que o clube engrenou e tornou-se campeão da 2ª divisão e já no ano de 2010 ficou entre os 4 primeiros e no ano de 2011 sagrou-se campeão paraense de futebol , em partida realizada contra o Paysandu Sport Club no estádio Olímpico do Pará com um público aproximadamente de 30.000 mil pessoas.
Fala-se muito em Gestão Amadorista no futebol paraense, é claro que isso ocorre, porém, o que ocorre de fato é a falta de incentivo por parte do empresariado local, pois futebol é inserção e inclusão social, você retira crianças do convívio tumultuado, da zona de risco e oferece-lhe oportunidade de praticar esporte, preenchendo o tempo vago desta criança/adolescente com a prática esportiva, aprendendo a respeitar, a trabalhar em equipe e a disciplina, onde alguns desses garotos tornam-se atletas profissionais e muito desses acabam virando nossos ídolos, exemplos de vida, da feita que as empresas investirem no futebol paraense, apoiando os clubes profissionais, podem ter certeza que veremos resultado, pois é triste ver nosso clubes nas últimas divisões do futebol brasileiro.  
Tudo é conseqüência, da feita que os clubes tiverem reconhecimento, respeito e apoio financeiro, é evidente que haverá a necessidade da realização de cursos na área da gestão esportiva, e o amadurecimento vem com o tempo, juntando a teoria com a prática, o Pará é grande e forte, o futebol assim como outros esportes vão se destacar muito no país daqui a alguns anos.