Enquanto diversos países
lutam para manter/preservar suas poucas áreas/florestas verdes o oposto ocorre na
Amazônia, mas especificamente em Belém, haja vista que os Vereadores estão
prontos para aprovarem a alteração do PDU-Plano Diretor de Belém, onde não
conseguem visualizar os benefícios advindos do meio ambiente, sendo que o mesmo
nos proporciona condições de vida, protege nossa saúde e conseqüentemente nossa
subsistência, já que nós fazemos parte do ambiente, e não somente os animais,
vegetais, fungos e insetos como a maioria da sociedade pensa. É notório que o interesse
das grandes construtoras estão nas áreas verdes de Belém, a Augusto Montenegro(Nova Belém), onde existia uma grande área verde, já não se vê mais, é óbvio que a cidade precisa desenvolver/crescer, mas precisa crescer de forma sustentável, onde algumas áreas permaneçam intactas e outras com seus devidos estudos sejam futuros empreendimentos, Ora, é do
conhecimento de grande maioria a construção da ponte Outeiro/Mosqueiro, dessa
forma, áreas como a do Rio Maguari que tem uma longa extensão dentro da Grande
Belém está ameaçada, precisamos lutar para manter essas áreas de proteção ambiental,
onde o cidadão possa usufruir de lazer, da orla, passear com seus filhos, pois
caso contrário, daqui a alguns anos, não existira terra de marinha e sim condomínios
privados de classe média e alta, onde as classes inferiores ficarão excluídas.
Enfim, Se a decisão
da Câmara for mantida, estarão ameaçadas toda a biodiversidade local, as
inúmeras nascentes e igarapés e, o mais grave, o modo de vida das populações
ribeirinhas remanescentes e o acesso das futuras gerações aos poucos recursos
naturais que ainda restam na cidade.

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